Central do beneficiário

​Postal Saúde cada vez mais próxima de seus beneficiários

Postado por Arlinda Carvalho em 09 Apr 2019 10:50

Ariovaldo Câmara participou do 88º CONREP, em Campos do Jordão

O diretor-presidente da Postal Saúde, Ariovaldo Câmara, realizou neste primeiro trimestre reuniões com entidades representativas dos empregados ativos e aposentados dos Correios.

Os encontros trataram de assuntos relativos aos caminhos que a Operadora vem traçando para melhorar ainda mais o atendimento e o relacionamento com os seus beneficiários.

No dia 21 de fevereiro, o presidente Ariovaldo se reuniu com os representantes da Federação dos Aposentados, Aposentáveis e Pensionistas dos Correios e Telégrafo (Faaco) e da Associação Baiana de Aposentados e Inativos dos Correios e Telégrafos (Abaict).

Na ocasião, foram debatidos temas como a campanha de recadastramento de aposentados; melhor formatação das informações nos boletos de cobrança; implantação do Comitê para proposição de solução; e melhorias para questões financeiras no relacionamento com os aposentados e a rede credenciada da Bahia.

Na reunião, também foi aprovado o calendário de reuniões mensais com a Federação, até junho desse ano.


Em fevereiro, a Postal Saúde esteve com representantes
da Faaco e da Abaict

Na sequência (21/3), Ariovaldo Câmara participou do 88º Conselho de Representantes (Conrep), em Campos do Jordão, a convite do presidente da Faaco, Jesuíno de Carvalho Caffé Filho.

O encontro reuniu os 42 delegados das associadas da Federação. Na ocasião, o presidente alinhou expectativas das associações estaduais e reafirmou a parceria com os aposentados de todo o Brasil.

Também visitaram a Postal Saúde (21/3) o secretário-geral da Fentect, José Rivaldo da Silva, juntamente com os representantes da federação Manuel Mendes, de Uberaba (MG) e André Moreira (AL).


Representantes da Fentect visitaram a Postal Saúde no mês de março

Os representantes sindicais foram recebidos por Ariovaldo Câmara e pela diretora de Planos de Saúde e Relacionamento com os Clientes, Daniela Borja. Durante a visita, foram tratados assuntos relativos à rede credenciada de Uberaba e Alagoas.

Em 2 de abril, foi a vez da Associação Representativa dos Aposentados, Aposentáveis e Pensionistas dos Correios e Telégrafos de São Paulo (Aract). Com foco na região de São Paulo capital e interior, Ariovaldo apresentou o perfil dos aposentados nas regiões e as ações que vêm sendo desenvolvidas para melhor atender a esses públicos.


Ariovaldo apresentou à Aract/SP as ações da Operadora
para melhor atender os aposentados


Presidente da Postal Saúde fala aos empregados
dos Correios
em Gramado (RS)

No dia 30 de março, o presidente da Postal Saúde participou do Encontro Anual da Associação dos Empregados dos Correios (Adcap) em Gramado (RS). No evento, Ariovaldo apresentou o cenário atual e os avanços da gestão na redução de custos, na reestruturação dos processos internos e nas inovações das ações de controle e compliance da Operadora.

Por: Comunicação/Postal Saúde
Fotos: Postal Saúde



​Ministério da Saúde alerta sobre importância da vacinação

Postado por Arlinda Carvalho em 08 Apr 2019 17:43




No Dia Mundial da Saúde, celebrado em 7 de abril, o Brasil fez um alerta sobre a importância da vacinação e imunização para evitar a volta de doenças já erradicadas no mundo. O tema escolhido pelo país, neste ano, deve-se ao registro de baixas coberturas vacinais que permitiram o reaparecimento de doenças que já estavam eliminadas no país, como o sarampo.

O atual governo iniciou a gestão com taxas de imunização baixas. A vacinação contra o sarampo, por exemplo, atingiu um pico em 2003, mas, no geral, as taxas vêm caindo ano a ano e chegaram próximo a 80% no ano passado, patamar longe da meta de, no mínimo, 95%. Por isso, pela primeira vez, o Governo Federal estabeleceu a vigilância e vacinação como metas prioritárias de governo.

A população pode se vacinar gratuitamente nas mais de 36 mil salas de vacinação localizadas nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) de todo o país. Para isso, basta comparecer a um posto de saúde com o cartão de vacinação em mãos. Caso você tenha perdido o cartão de vacinação, o Ministério da Saúde orienta para procurar o posto de saúde mais próximo onde você recebeu as vacinas e resgatar o histórico e fazer uma nova caderneta. É importante lembrar que a falta da Caderneta de Vacinação não é um impeditivo para vacinar.

Calendário Nacional de Vacinação

Atualmente, o Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza gratuitamente 19 vacinas que integram o Calendário Nacional de Vacinação, protegendo contra 18 doenças imunopreveníveis. Essa proteção inicia-se ainda nos recém-nascidos, podendo se estender por toda a vida. São vacinas que contemplam crianças, adolescentes, idosos, gestantes e povos indígenas. Por ano, o Ministério da Saúde aplica mais de 300 milhões de doses de vacinas na população brasileira.

É importante ressaltar que todas as vacinas distribuídas pelo SUS são seguras. Elas passam desde o processo de produção por avaliação de qualidade e segurança e também pela validação e aprovação de instituto reguladores e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Monitoramento da vacinação

Ainda no intuito de fortalecer a vacinação no país, o Ministério da Saúde tem trabalhado para melhorar os sistemas de informação e monitoramento voltado às medidas de prevenção e controle; ampliar as estratégias a adesão da população à imunização; instituir uma “força tarefa” para apoiar os estados e municípios na investigação e manejo de casos de doenças imunopreveníveis, entre outras ações.

Fonte: Ministério da Saúde
Imagem: Stock Fotos

​Garantida inclusão de novo cônjuge e filhos no CorreiosSaúde II enquanto perdurar suspensão da comercialização do plano

Postado por Arlinda Carvalho em 04 Apr 2019 16:21

A Postal Saúde informa aos beneficiários do CorreiosSaúde II que a inclusão de novo cônjuge ou companheiro do titular, filhos (biológicos e adotivos), enteados, menores sob guarda ou tutela e curatelados de beneficiários titulares poderá ser feita a qualquer tempo no plano de saúde.

Essa flexibilidade valerá enquanto perdurar a suspensão da comercialização do plano, que teve início em 11 de março por determinação da Agência Nacional de Saúde (ANS), em razão de 79 reclamações (NIPs) registradas no último ano, no órgão regulador, num montante de aproximadamente 3,5 milhões de senhas autorizadas para atendimentos em 2018.

Quando a inclusão for feita antes de 30 dias do fato gerador da elegibilidade (nascimento do filho, adoção, estabelecimento da união estável ou casamento) o beneficiário dependente que for incluído no plano não precisará cumprir as carências previstas no regulamento.

No entanto, lembramos que as inclusões feitas após esse prazo de 30 dias deverão seguir as regras de carência vigentes. Clique aqui e veja os prazos de carências previstos no regulamento.

Os beneficiários dependentes nas condições de elegibilidade acima e que tiveram a inclusão negada anteriormente deverão encaminhar pedido de reconsideração à administração de pessoal dos Correios.

Esclarecemos, mais uma vez, que a suspensão é temporária e não interfere na situação dos beneficiários já incluídos no plano de saúde, cujos atendimentos continuam sendo realizados normalmente, sem nenhum prejuízo.

Entenda a suspensão

A decisão da ANS de suspender temporariamente a comercialização do plano CorreiosSaúde II tomou por base, unicamente, a quantidade de reclamações (NIP– Notificação de Intermediação Preliminar) feitas pelos beneficiários na agência reguladora. Registre-se que o aumento de reclamações contra a Operadora coincidiu com a decisão do TST, em abril de 2018, de criar o plano.

Vale destacar que o volume de reclamações de NIPs representa 0,043% dos 290 mil atendimentos mensais feitos aos beneficiários do plano pela Central de Atendimento ao Beneficiário e em nossos escritórios nas capitais brasileiras. Caso o quantitativo de reclamações seja reduzido, a ANS poderá reativar a inclusão de outros titulares no plano de saúde.

Fale com a Postal Saúde

Em caso de dúvida, o beneficiário tem três opções para falar com a Postal Saúde. A primeira é entrar em contato com a Central de Atendimento ao Beneficiário pelo 0800 888 8116, 24h por dia, nos 7 dias da semana, inclusive nos feriados.

A segunda opção é procurar a representação da Postal Saúde em seu estado, de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. Clique aqui e encontre o escritório da Postal Saúde mais próximo de você.

A terceira via de comunicação é a Ouvidoria. O contato pode ser feito pelo site da Operadora (www.postalsaude.com.br/ouvidoria) ou pelo 0800 888 8120, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.

Posta Saúde. Sua vida, nossa existência


​ Doença de Parkinson: causas, sintomas e tratamento

Postado por Arlinda Carvalho em 03 Apr 2019 16:09




O Mal de Parkinson é uma doença neurológica, crônica e progressiva que atinge o sistema nervoso central e compromete os movimentos. Quanto maior a faixa etária, maior a incidência da enfermidade, a segunda desordem degenerativa mais comum, após a doença de Alzheimer. Ela afeta entre 6 milhões de pessoas mundialmente, sendo cerca de 1% a 2% de indivíduos acima dos 65 anos de idade e, entre 3% a 5% daqueles acima dos 85 anos.

Sintomas

Os sintomas da doença de Parkinson variam de um paciente para o outro. Em geral, no início, eles se apresentam de maneira lenta, insidiosa, e o paciente tem dificuldade de precisar a época em que apareceram pela primeira vez.

A lentificação dos movimentos e os tremores nas extremidades das mãos, muitas vezes notados apenas pelos amigos e familiares, costumam ser os primeiros sinais da doença. A diminuição do tamanho das letras ao escrever é outra característica importante.

Outros sintomas podem estar associados ao início da doença: rigidez muscular; acinesia (redução da quantidade de movimentos), distúrbios da fala, dificuldade para engolir, depressão, dores, tontura e distúrbios do sono, respiratórios, urinários.

Causas

A principal causa da doença de Parkinson é a morte das células do cérebro, em especial, na área conhecida como substância negra, responsável pela produção de dopamina, um neurotransmissor que, entre outras funções, controla os movimentos.

Tratamento

É importante lembrar e compreender que atualmente não existe cura para a doença. Porém, ela pode e deve ser tratada, não apenas combatendo os sintomas, como também retardando o seu progresso. A grande barreira para se curar a doença está na própria genética humana. No cérebro, ao contrário do restante do organismo, as células não se renovam.

A grande arma da medicina para combater o Parkinson são os remédios e AS cirurgias, além da fisioterapia e da terapia ocupacional. Todas elas combatem apenas os sintomas. A fonoaudiologia também é muito importante para os que têm problemas com a fala e a voz.

Medicamentos — O tratamento medicamentoso é feito à base de drogas neuroprotetoras que visam a evitar a diminuição progressiva de dopamina, neurotransmissor responsável pela transmissão de sinais na cadeia de circuitos nervosos.

Em função da depressão, perda de memória e do aparecimento de demências, o tratamento pode incluir a prescrição de medicamentos

Cirurgias As cirurgias também podem ser bastante benéficas para determinados pacientes. As cirurgias consistem em lesões no núcleo pálido interno (Palidotomia) ou do tálamo ventrolateral (Talamotomia), que estão envolvidos no mecanismo da rigidez e tremor.

Porém, a lentidão de movimentos responde melhor aos medicamentos. Essas lesões podem diminuir a rigidez e abolir o tremor. Todavia, nenhuma delas representa a cura da doença. O médico dirá se um paciente pode ou não se beneficiar do tratamento.

Fisioterapia Essa técnica, através da reeducação e a manutenção da atividade física, é um complemento indispensável ao tratamento da doença de Parkinson, e é tão importante quanto os remédios. Ela permite que o tratamento tenha melhor eficácia; portanto, é necessária sob todos os pontos de vista, inclusive para melhorar o estado psicológico do paciente.

De fato, os exercícios físicos conservam a atividade muscular e flexibilidade articular. Inativos, os músculos têm tendência a se atrofiar, se contrair e sua força diminui. A rigidez resultante limita a amplitude dos gestos. Aconselhe-se sempre com um fisioterapeuta sobre os principais exercícios recomendados para o seu caso em particular.

Terapia ocupacional O terapeuta ocupacional é o profissional que melhor poderá orientar o paciente com o objetivo de facilitar as atividades da vida diária, bem como indicar condutas que propiciem independência para a higiene pessoal e sua reinserção em sua atividade profissional.

Fonoaudiologia Os problemas com a fala ocorrem devido à falta de coordenação e redução do movimento dos músculos que controlam os órgãos responsáveis pela produção dos sons da fala. A reabilitação da comunicação ou, em simples palavras, uma terapia dirigida à fala e à voz, pode ajudar o paciente com Parkinson a conservar, apesar da doença, uma fala compreensível e bem modulada e, dessa maneira, manter um contato mais efetivo com seus semelhantes. Oriente-se sempre com um profissional em Fonoaudiologia para corrigir seus problemas com a fala e a voz.

Estimulação profunda do cérebro (marcapasso cerebral) Atualmente já disponível no Brasil, o marcapasso é muito benéfico, especialmente para reduzir o tremor. No início foi aplicada apenas em alguns países europeus, e depois foi também aprovado nos Estados Unidos. Com a sua difusão em todos os países, espera-se que a sua produção em larga escala possa torná-lo acessível a um grande número de parkinsonianos em todo o mundo, principalmente em nosso país.


Recomendações

Procure um médico tão logo perceba um ligeiro tremor nas mãos ou tenha notado que sua letra diminuiu de tamanho (micrografia);

Mantenha a atividade intelectual; leia, acompanhe o noticiário;

Não atribua ao passar dos anos a perda da expressão facial e o piscar dos olhos menos frequentes;

Pratique atividade física. Fazer exercícios físicos regularmente ajuda a preservar a qualidade dos movimentos.

Leia também: Parkinson: Pequenos tremores em idades mais avançadas devem ser investigados


Fontes: Drauzio Varella e Associação Brasil Parkinson
Fotos: Stock Fotos

​Prorrogado prazo para Recadastramento de Aposentados na Postal Saúde

Postado por Arlinda Carvalho em 27 Mar 2019 18:21



Por solicitação da Faaco (Federação dos Aposentados, Aposentáveis e Pensionistas dos Correios e Telégrafos) e entidades associadas, a Postal Saúde prorrogou para 30 de abril o prazo para o Recadastramento dos Aposentados 2019.

A campanha, que teve início em 4 de fevereiro, tem por objetivo a atualização dos dados cadastrais dos seus beneficiários, necessária para que a Operadora continue garantindo a assistência médica e odontológica.

No início da campanha, além da publicação no site da Postal Saúde, foi enviada para a residência dos beneficiários aposentados uma carta com todas as informações sobre o Recadastramento 2019.

Mas caso você tenha alguma dúvida, pode entrar em contato com a Central de Atendimento ao Beneficiário (0800 888 8116) ou com a Postal Saúde nos estados.

Documentação necessária

Para a atualização cadastral, devem ser enviados os seguintes documentos à Postal Saúde:

Formulário de Recadastramento de Aposentados - Plano CorreiosSaúde II- FOP 150.06 (Clique aqui para baixar o formulário).

Comprovante de recebimento do benefício INSS (exercício 2019).

Comprovante de residência.

Lembramos que a apresentação da documentação acima transcrita é de caráter obrigatório, e a ausência de qualquer um dos documentos acarretará a condição de não recadastrado.


Veja abaixo como preencher o formulário de recadastramento.

Canais disponíveis para envio

Os documentos podem ser enviados de duas formas:

Por correspondência: Caixa Postal 9555, CEP: 70.040-976 / Brasília-DF, ou

Presencialmente: Unidade de Representação Regional da Postal Saúde mais próxima de sua localidade.

(Para encontrar o endereço e os telefones de contato da sua regional, clique aqui).

Anote em sua agenda! Foi prorrogado para 30 de abril o prazo para o Recadastramento 2019 dos Aposentados na Postal Saúde.

Não deixe para a última hora!

Postal Saúde. Sua vida, nossa existência.


Cresce em 224% o número de casos de dengue no país

Postado por Arlinda Carvalho em 27 Mar 2019 11:36

O sistema de vigilância de estados e municípios e toda a população devem reforçar os cuidados para combater o Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. O alerta do Ministério da Saúde é devido ao aumento de 264,1% dos casos de dengue no país, que passaram de 62,9 mil nas primeiras 11 semanas de 2018 para 229.064 no mesmo período deste ano (até 16 de março).

A incidência, que considera a proporção de casos em relação ao número de habitantes, tem taxa de 109,9 casos/100 mil habitantes até 16 de março deste ano. O número de óbitos pela doença também teve aumento, de 67%, sendo grande parte no estado de São Paulo.

Assista ao vídeo do Ministério da Saúde sobre o assunto.


O secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Wanderson Kleber, reforça que a melhor forma de evitar o agravamento e as mortes por dengue é com diagnóstico e tratamento oportunos. “O Brasil vem de dois anos seguidos com baixa ocorrência de dengue, portanto é necessário que os profissionais de saúde estejam atentos a esse aumento de casos. É preciso que eles estejam mais sensíveis e atentos para a dengue na hora de fazer o diagnóstico. Quanto mais cedo o paciente for diagnosticado e der início ao tratamento, menor o risco de agravamento da doença e de evoluir para óbito”, explica Wanderson.

Ainda de acordo com o secretário, apesar do aumento expressivo no número de casos, a situação ainda não é considerada uma epidemia. No último ano de epidemia no país, em 2016, foram registrados 857.344 casos da doença no mesmo período. Contudo, ele reforça que é preciso intensificar as ações de combate ao Aedes aegypti para que o número de casos de dengue não continue avançando no país.

Acesse os casos por UF

Alguns estados têm situação mais preocupante, por apresentarem alta incidência da doença, ou seja, estão com a incidência maior que 100 casos por 100 mil habitantes: Tocantins (602,9 casos/100 mil hab.), Acre (422,8 casos/100 mil hab.), Mato Grosso do Sul (368,1 casos/100 mil hab.), Goiás (355,4 casos/100 mil hab.), Minas Gerais (261,2 casos/100 mil hab.), Espírito Santo (222,5 casos/100 mil hab.) e Distrito Federal (116,5 casos/100 mil hab.).

A região Sudeste apresentou o maior número de casos prováveis (149.804 casos; 65,4 %) em relação ao total do país, seguida das regiões Centro-Oeste (40.336 casos; 17,6 %); Norte (15.183 casos; 6,6 %); Nordeste (17.137 casos; 7,5 %); e Sul (6.604 casos; 2,9 %). As regiões Centro-Oeste e Sudeste apresentam as maiores taxas de incidência, com 250,8 casos/100 mil hab. e 170,8 casos/100 mil hab., respectivamente.

Em relação aos óbitos, os profissionais devem ficar atentos. O aumento neste ano é de 67% em relação ao mesmo período de 2018, passando de 37 para 62 mortes. Destaque para o estado de São Paulo, que registrou 31 óbitos, o que representa 50% do total registrado em todo o país.


Fonte: Ministério da Saúde

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