Central do beneficiário

​Ouvidoria da Postal Saúde lança nova versão online

Postado por Arlinda Carvalho em 27 Jun 2019 14:56


A Ouvidoria da Postal Saúde lançou na sexta-feira (21/6) um novo sistema online, mais ágil e de fácil navegação, para receber reclamações, sugestões, elogios, consultas e denúncias dos beneficiários. Com a novidade, ficou ainda mais prático entrar em contato com a Operadora. A nova plataforma permite ao beneficiário registrar rapidamente sua manifestação e acompanhar online o andamento da demanda.


Assim, a partir de agora, ao entrar no site da Operadora e acessar pela primeira vez o novo ambiente da Ouvidoria , o beneficiário deverá realizar um cadastro e preencher os dados solicitados. Após o cadastro finalizado, é só escolher a opção da manifestação.


Na página seguinte, para ter acesso à área restrita, só é preciso informar o CPF ou o e-mail e a senha cadastrados no primeiro acesso ao portal. Pronto, agora é só registrar a demanda.


"Na plataforma, ficarão guardadas as informações de contato do beneficiário e todas as solicitações feitas por meio da Ouvidoria. No caso de denúncia anônima, há a opção em que o beneficiário não precisa informar seus dados pessoais", informa a ouvidora da Postal Saúde, Michelle Campanella.


Inclusão de novas informações


Outra novidade trazida pelo novo sistema da Ouvidoria é que será possível incluir novas informações, complementos ou arquivos às demandas já abertas – e em andamento –, com capacidade de até 10 megabytes.


Acompanhamento


Depois do registro da demanda, o beneficiário poderá consultar o andamento da solução do seu caso na própria plataforma ou, se preferir, pelo 0800 888 8120 da Ouvidoria.

"Em breve, a Postal Saúde implementará novas tecnologias visando facilitar cada vez mais o acesso à Operadora e a interação entre a Ouvidoria e o beneficiário, sempre com foco na melhoria dos serviços prestados e na plena satisfação dos beneficiários", destaca Michelle Campanella. "O órgão está preparado para receber as manifestações e dar uma resposta conclusiva e rápida", garante a ouvidora.


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Por: Comunicação/Postal Saúde
Fonte: Ouvidoria da Postal Saúde

Pré-natal odontológico: a importância do acompanhamento

Postado por Arlinda Carvalho em 24 Jun 2019 15:28



Escovação correta, uso do fio-dental e visita ao dentista durante a gestão são ações simples que evitam doenças, como a cárie e a doença periodontal. De acordo com Nicole Aimée, consultora da Coordenação de Saúde Bucal do Ministério da Saúde, as alterações hormonais comuns à gestação, como aumento dos hormônios estrogênio e progesterona, podem agravar as condições de doenças periodontais, a exemplo do sangramento na gengiva.

“Esta condição periodontal é clinicamente semelhante a uma gengivite induzida por placa, com gengiva de coloração avermelhada, edemaciada, com sangramento ao simples toque ou durante a escovação. E a gestante não precisa ficar assustada, apenas adotar as medidas para melhora da condição gengival e, caso necessário, fazer uma profilaxia (limpeza profissional) da gengiva e dos dentes”, orienta a consultora.

Durante o pré-natal é fundamental que seja feita uma avaliação odontológica para que o dentista faça o acompanhamento da gestante, quando necessário. “Os tratamentos são seguros e contribuem para uma saúde geral e gestação saudável. Idealmente, no segundo trimestre de gravidez devem ser realizados os procedimentos naquelas gestantes que possuem doenças bucais”, explica Aimée.

A consultora acrescenta também que o ideal é que os tratamentos sejam realizados no período da manhã. “É importante que seja feito nesse horário devido à ânsia de vômito matinal e maior risco de hipoglicemia. Além disso, a gestante deve ficar confortável na cadeira odontológica e as sessões devem ser curtas”, completa.

Alimentação

O trabalho de prevenção a doenças, especialmente contra a cárie, está também associada aos hábitos alimentares. “A introdução de alimentos saudáveis, sem açúcar artificial, como balinhas, pirulitos, chicletes, sucos artificiais e refrigerantes, é sempre uma boa dica”, afirma a consultora. Mas é essencial fazer a escovação correta após as refeições, usar o fio dental e o creme dental com flúor.

Dentes frágeis na gestação?

Durante o período gestacional, muitas mulheres queixam-se de terem dentes frágeis, acreditando que o cálcio dos dentes e dos ossos vão para o desenvolvimento dos dentes de leite dos bebês. Isso não é verdade. Nicole Aimée explica que o cálcio é proveniente da dieta da mãe, por isso é essencial adotar uma dieta rica em vitaminas A, C e D, proteínas, cálcio e fósforo, durante o primeiro e segundo trimestres de gestação, período em que os dentes de leite do bebê estão em formação e calcificação.

“O que ocorre é que durante o período gestacional, as mulheres podem ter maior enjoos (principalmente matinais) e deixarem de fazer higienização correta dos dentes ou fazer de forma rápida, não eliminando a placa dentária, que aliada ao consumo mais acentuado de carboidratos, irá culminar no aparecimento de lesões de cárie”, esclarece.

Fonte: Ministério da Saúde

Pós-parto

Algumas mulheres também acham que devem interromper o tratamento durante o puerpério (após o parto), mas a consultora esclarece que não há nenhuma contraindicação. “Como a gestante deverá retornar à unidade básica de saúde com seu bebê, ela poderá finalizar seu tratamento odontológico e receber orientações quanto à higienização bucal correta do bebê e outras orientações”, conclui Nicole Aimée.


Fonte: Blog do Ministério da Saúde
Foto: Stock Photos


Descredenciamento do Hospital Arnaldo Gavazza Filho em Ponte Nova - MG

Postado por Esdras Santos em 21 Jun 2019 16:55

Informamos que, por iniciativa própria, o Hospital Arnaldo Gavazza Filho (em Ponte Nova-MG), CNPJ - 26.150.979/0001-78, solicitou o descredenciamento, mesmo com empenho da Postal Saúde em manter a parceria.

Como alternativa de atendimento, os beneficiários podem se dirigir aos seguintes estabelecimentos: Hospital Nossa Senhora das Dores, Casa de Caridade de Viçosa, Hospital São Sebastião e Biocor - Hospital de Doenças Cardiovasculares.

Se preferirem, os beneficiários também podem buscar outros prestadores. Para tanto, é só acessar o Guia de Saúde localizado no canto superior direito do monitor) ou entrar em contato com Postal Saúde de sua localidade.

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​Conheça o seu plano: O que é uma glosa?

Postado por Arlinda Carvalho em 21 Jun 2019 10:07


A operacionalização dos planos de saúde em uma instituição de autogestão em saúde tem especificidades e uma sistemática que envolve uma série de atividades, como credenciamento de médicos, hospitais, clínicas e outros estabelecimentos de saúde, além da aplicação de normas que regulamentam o setor.


Essas normas incluem, por exemplo, a abrangência da cobertura do atendimento, os períodos de carência, o compartilhamento das despesas médicas, entre outros fatores que permeiam o cuidado com a saúde dos beneficiários.


Uma dessas especificidades diz respeito à glosa hospitalar. Esse fator ocorre quando, por algum motivo justificado (que veremos adiante), os convênios se recusam a pagar os valores referentes a atendimentos, materiais, medicamentos ou taxas cobrados pelos prestadores.


“Dessa forma, podemos entender que os serviços ou produtos glosados são aqueles que as operadoras dos planos de saúde não pagaram, por discordar tecnicamente das informações apresentadas relativas ao serviço de saúde realizado”, explica a gerente de Faturamento de Contas Médicas da Postal Saúde, Selma Mancio de Camargo Correia.


Segundo ela, os principais fatores responsáveis pela ocorrência de glosas são divergências no valor cobrado pelo prestador e registrado no sistema da Operadora, falta de assinatura ou matrícula incorreta, falta de autorização, itens cobrados a mais, entre outros.


Tipos de glosa


As glosas podem ser divididas em administrativas e técnicas. A glosa administrativa é aquela que ocorre pela cobrança feita de maneira incorreta, seja por falta de informação ou anotações erradas. O importante é entender que esse tipo de glosa geralmente é motivado por falhas operacionais.


“A glosa administrativa ocorre quando informações erradas ou incompletas são enviadas para os planos de saúde”, explica Selma Mancio. Os equívocos mais comuns incluem erros de digitação em arquivos, registros incompletos de guias de autorização, valores diferentes dos acordados em contrato, entre outros. Esse é o tipo mais comum de glosa.


Já a glosa técnica, acrescenta a gestora, está relacionada ao evento médico e acontece quando valores errados são cobrados pelas prestadoras de serviço. “Nesse caso, é preciso que um enfermeiro-auditor revise a cobrança e determine o valor correto”, explica a gerente.

Inconsistências

De modo geral, as glosas técnicas são causadas por erros que levam à divergência técnica quando o plano de saúde vai conferir os atendimentos informados pelo prestador e verifica a inconsistência dos dados, como realização do procedimento médico sem autorização prévia do plano de saúde, incorreção no preenchimento da autorização dos procedimentos, ausência de verificação de medicamentos e procedimentos cobertos pelo plano de saúde, descrição incompleta no prontuário do paciente.


“A glosa funciona como um monitoramento administrativo e técnico para os processos de faturamentos, para que seja garantido o cumprimento dos acordos estabelecidos”, pontua a gerente da Postal Saúde. Segundo ela, entre os mecanismos utilizados para evitar a ocorrência de glosas, a Postal Saúde adota, na etapa de análises de contas, a auditoria “in loco” nos principais prestadores hospitalares.

“Essa auditoria presencial permite a conferência das contas e, em caso de divergências técnicas, facilita o consenso entre as partes no momento do fechamento da conta hospitalar”. Além da auditoria in” loco”, outros mecanismos internos adotados pela Postal Saúde com o objetivo de evitar as glosas são a atualização cadastral dos prestadores e o alinhamento da comunicação com a rede credenciada para realizar ajustes nos processos internos.

Análise, reanálise, cobrança e faturamento


Por parte do prestador, os responsáveis por identificar a ocorrência de glosa são os analistas de conciliação. Para tanto, eles precisam acessar o site do convênio, baixar os demonstrativos dos atendimentos de saúde realizados e conferir manualmente as contas. Depois de identificar as glosas, o prestador pode ainda solicitar à Operadora a reanálise de determinada cobrança glosada.


Quanto ao faturamento em casos de glosa, a recomendação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) é de que seja cumprido o que foi estabelecido em contrato. Mas o que fazer quando o prestador exige que o beneficiário pague a conta?

“Nesse caso, como procedimento padrão, o beneficiário deve entrar em contato com a Central de Atendimento pelo telefone 0800 888 8116 ou procurar a Postal Saúde em seu estado, pois enquanto existir processo de glosa em análise, não pode ser cobrado do beneficiário o compartilhamento das despesas médicas realizadas referente ao valor glosado”, adverte Selma Mancio.

De acordo com a gerente, esse compartilhamento só pode ser efetivado pelo plano de saúde, a partir da finalização do faturamento e da liberação do valor para pagamento ao prestador.

Vale destacar que, na Postal Saúde, as informações e os procedimentos relacionados à ocorrência de glosas seguem os Regulamentos dos planos, contidos no Manual do Beneficiário do Plano CorreioSaude II e no Manual do Beneficiário do Plano CorreiosSaúde I.

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Por: Comunicação/Postal Saúde

Fonte: Gerência de Faturamento de Contas Médicas da Postal Saúde
Foto: Stock Photos


Evite acidentes com fogueiras e fogos de artifício nas festas juninas

Postado por Arlinda Carvalho em 18 Jun 2019 11:57



Em época de festejos juninos, em que são comuns fogueiras, balões e fogos de artifício, aumenta o número de casos de queimaduras. Para evitar acidentes dessa natureza, deve-se tomar cuidado ao acender a fogueira e ser cauteloso na hora de comprar e soltar fogos de artifício. Caso haja brincadeiras na área da festa,elas devem acontecer longe do fogo. Os adultos devem redobrar o cuidado com as crianças, mantendo-as afastadas do perigo.

Cuidados com os fogos de artifício

Ao comprar fogos de artifício, observe se a loja é autorizada a vender o produto. Para tanto, verifique se o estabelecimento emite nota fiscal de venda

• É imprescindível, ainda, que a caixa do produto traga o selo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), o que mostra que o objeto passou por análise de segurança

• O manuseio deve ser feito por adultos

• Se a pessoa vai ingerir bebida alcoólica, não deve fazer uso de fogos

• Não reaproveitar os artefatos que não funcionaram e colocá-los em um balde com água para neutralizar a carga explosiva

• Sempre utilizar os fogos em local afastado das pessoas, em áreas abertas e sem fiação elétrica

• Os rojões devem ser usados com um suporte, e não segurados diretamente na mão

• Em casos de eventos pirotécnicos, a apresentação deve ser feita por profissionais


Orientações para acender a fogueira com segurança

• Respeitar uma distância mínima de 50 metros da vegetação e não as acender embaixo ou próximo da rede elétrica

• Limpar o local onde será feita a fogueira e colocar areia entre o solo e troncos

• Evitar brincadeiras perto de fogueiras

• Redobrar o cuidado com as crianças


O que fazer em caso de acidente

Caso haja chamas na pessoa acidentada, a recomendação é para abafar o local, jogar água ou rolar no chão. Após apagada a chama (ou em ausência dela), é necessário resfriar o local queimado com água, proteger com pano limpo e procurar o hospital mais próximo. Outra opção é ligar para o serviço 193 do Corpo de Bombeiros.

Não é aconselhado colocar produtos caseiros ou qualquer medicamento sem prescrição médica. Os acidentes com fogos de artifício, muitas vezes, além da queimadura, causam laceração. Nesses casos, é necessário proteger o local se houver sangramento, fazer a compressão e procurar o hospital rapidamente.

Tipos de queimaduras

As queimaduras são lesões na pele provocadas geralmente pelo calor, mas também podem ser causadas pelo frio, determinados produtos químicos, radiações, eletricidade e até fricções. Podem atingir apenas a camada mais superficial da pele ou a mais profunda, comprometendo também músculos e ossos. Conheça os tipos de lesões que cada uma provoca:

  • Queimaduras de 1º grau

Atingem a camada mais superficial da pele. A lesão em geral apresenta rubor (aspecto avermelhado), calor e é dolorosa.

Nesse caso, faça compressas frias nas primeiras horas após sua ocorrência. Não coloque pasta de dente ou manteiga em nenhuma hipótese. Use óleo mineral ou vaselina líquida para manter a queimadura hidratada; tome analgésico se necessário e use filtro solar.

  • Queimaduras de 2º grau

Geram bolhas e muita dor. As bolhas devem ser drenadas, mas não retiradas, pois servem como curativos biológicos. Mas atenção: O procedimento deve ser realizado por um médico. Após o rompimento das bolhas, o curativo deve ser feito com sulfadiazina de prata ou nitrato de cério. O local deve ser higienizado com água corrente e clorexitina. Após a cicatrização, use filtro solar para evitar manchas.

  • Queimaduras de 2º grau profundas

São menos dolorosas. As bolhas são brancas e secas. O tratamento é semelhante ao da queimadura de 3º grau.

  • Queimaduras de 3º grau

Apesar de acometerem todas as camadas da pele, são indolores. Podem atingir os músculos e causar deformidades graves. Na maioria das vezes, há necessidade de internação hospitalar, pois em geral causam manifestações sistêmicas, como desequilíbrio dos níveis de sódio, potássio e cálcio, além de desidratação. Muitas vezes é preciso retirar os tecidos necrosados e realizar limpeza e enxertos.

Caso atinjam regiões como rosto, mãos, genitália, pés e vias aéreas superiores ou forem causadas por fontes elétricas, procure imediatamente um serviço de emergência hospitalar.


Por: Comunicação/Postal Saúde
Fotos: Stock Photos
Fontes:

Agência Brasília
Link: https://www.agenciabrasilia.df.gov.br/2018/05/31/f...

Site: Dr. Drauzio Varella
Link: http://staging.drauziovarella.nousk.com.br/clinica...

Postal Saúde se prepara para gestão de riscos

Postado por Pollyana Gadelha em 17 Jun 2019 16:16

Antes mesmo que a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) estimulasse a adoção de boas práticas de governança corporativa nos planos de saúde por meio da resolução nº 443/19, a Postal Saúde já estudava como criar uma área responsável pelo gerenciamento de riscos como parte do seu Planejamento Estratégico 2018-2020. Assim, a Operadora implantou a Gerência de Compliance, Riscos e Controle Interno (GECRI). A nova área iniciou as atividades em fevereiro deste ano e é responsável por conduzir as atividades de gerenciamento de riscos e controles internos da Operadora, das recomendações de auditoria dos Correios, da auditoria independente e do programa de integridade.

Criação da GECRI

A ideia da implantação da GECRI começou em dezembro de 2017. A partir de janeiro do ano seguinte foram iniciados os estudos para criar a gerência. Assim, a Postal Saúde começou a fazer benchmark - que é buscar as melhores práticas para uma determinada área - com outras empresas que já tinham gestão de riscos. Foram consultados, por exemplo, o Banco Cooperativo do Brasil S.A. (Bancoob), os Correios, a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (CASSI), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Unafisco Saúde).

A partir da troca de experiências com as diferentes entidades e estudos de leis e normas sobre o tema, foi possível encontrar as ferramentas mais adequadas para desenvolver a gerência. Assim, a GECRI iniciou suas atividades em janeiro de 2019 com uma equipe formada por profissionais generalistas das áreas de saúde, contábil e administrativa.

Próximos passos

Para que o processo de gerenciamento de riscos possa ser aplicado em todos os níveis da Postal Saúde - estratégico, tático e operacional e ser parte integrante dos processos – a gerência de riscos aprovará em junho de 2019 o normativo Manual de Gestão de Riscos e Controles Internos. Na próxima etapa, a GECRI vai trabalhar no desenvolvimento de documentos e do painel de gestão, que serão a base para a aplicação da metodologia de gerenciamento de riscos na operadora. Além disso, a gerência vai aplicar seu projeto piloto no processo de regulação, que envolve análises para autorização de procedimentos assistenciais com ou sem Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPME).

Saiba mais

Compliance

O termo compliance vem do verbo inglês to comply, que significa agir de acordo com uma regra, comando ou um pedido. Estar em compliance no ambiente corporativo significa atender a exigências e diretrizes estabelecidas em normativos internos, regulamentos e legislação na execução das atividades de um processo ou na conduta profissional.

Riscos

Fato que pode influenciar no alcance dos objetivos estratégicos de modo positivo, negativo ou ambos.

Gestão de Risco

Conjunto de ações conduzidas pelos órgãos de governança, administração e demais profissionais da operadora para o alcance dos objetivos estratégicos, eficiência nas operações e melhoria de desempenho dos processos, governança e reputação.

Gerenciamento de Risco

Processo cíclico, sistêmico e contínuo, que possibilita a identificação, avaliação, planejamento do tratamento e monitoramento de riscos, no sentido de fornecer segurança razoável ao atingimento dos objetivos da Operadora.

Controles internos

Conjunto de métodos e medidas coordenados, aplicados a uma empresa em forma de procedimentos, atividades, normas e objetivos que se efetivos, proporcionam maior confiança nas informações e proteção seus valores.


Por: Comunicação/Postal Saúde
Fonte:: Gerência de Compliance, Riscos e Controle Interno (GECRI)/Postal Saúde
Foto: Stock Photos

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